Com o objetivo de roubar o petróleo da Venezuela, Trump bombardeia o país e sequestra Maduro.

Fora Trump da América Latina! Repudiamos de forma categórica e intransigente o ataque criminoso dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrido em 3 de janeiro de 2026, bem como o conjunto de agressões, ameaças, sanções, sabotagens e ações de ingerência imperialista que o governo norte-americano vem praticando contra a Venezuela e contra toda a América Latina e o Caribe. Trata-se de uma violação escancarada do direito internacional, um ataque direto à soberania dos povos e mais um capítulo da longa história de violência, golpes, guerras híbridas e saque promovidos pelo imperialismo estadunidense em nossa região. O objetivo é claro: submeter nossos países, controlar nossos recursos naturais e impedir qualquer projeto político, econômico e social que não se curve aos interesses de Washington. O ataque ocorrido hoje demonstra o caráter terrorista da política externa dos Estados Unidos, que recorrem à violência direta, à intimidação e à destruição como instrumentos para impor seus interesses. A centralidade do petróleo nesse processo é inegável: trata-se de um recurso estratégico fundamental para a economia mundial e para a sustentação da hegemonia imperialista, razão pela qual a Venezuela, detentora de algumas das maiores reservas de petróleo do planeta, tornou-se alvo permanente de agressões, bloqueios e invasões por parte dos Estados Unidos. O controle das riquezas energéticas venezuelanas está no centro dessa estratégia, voltada a garantir o domínio sobre fontes de energia, impor a lógica do saque e impedir que esses recursos sejam colocados a serviço do povo venezuelano e de projetos soberanos de desenvolvimento nacional e integração regional. Diante dessa escalada agressiva, não bastam notas protocolares nem discursos moderados. É hora de organizar a resistência. Os povos da América Latina e do Caribe precisam se unir contra o inimigo comum, fortalecendo a solidariedade internacionalista e construindo uma resposta política concreta ao imperialismo. Isso exige o boicote aos interesses econômicos, políticos, diplomáticos e culturais dos Estados Unidos na região, bem como o isolamento dos agentes internos que atuam como correias de transmissão do domínio estrangeiro. Denunciamos o papel vergonhoso de setores da mídia e de forças políticas que legitimam a agressão imperialista, difundem mentiras e atacam governos soberanos, colocando-se contra os interesses dos povos latino-americanos e a serviço da dominação externa. Reafirmamos nossa solidariedade ativa e militante ao povo e ao governo da Venezuela. Defender a Venezuela é defender a soberania da América Latina, a autodeterminação dos povos e o direito de construir um futuro livre da exploração imperialista. Enquanto houver imperialismo, haverá resistência, luta e organização popular. Nota do Fortalecer o PSOL compartilhe PrevAnteriorAto em Frente à Embaixada dos EUA em Poa repudia ataques à Venezuela Com o objetivo de roubar o petróleo da Venezuela, Trump bombardeia o país e sequestra Maduro. Ato em Frente à Embaixada dos EUA em Poa repudia ataques à Venezuela Em defesa do PSOL socialista, resgatar os espaços conquistados na consciência de nossa classe
Ato em Frente à Embaixada dos EUA em Poa repudia ataques à Venezuela

Realizou-se nesta segunda feira em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Porto Alegre uma manifestação contra a intervenção americana na América Latina, que teve como ação mais recente o sequestro do presidente da Venezuela, Nícolas Maduro, numa ação que nas próprias palavras do presidente estadunidense, visa a garantir o domínio sobre a produção e exportação de petróleo. O ato reuniu centenas de manifestantes na Avenida Assis Brasil em frente à embaixada que contou com um forte efetivo da Brigada Militar, que protagonizou cenas de violência contra os manifestantes no ato anterior realizado no mesmo local. compartilhe PrevAnteriorEm defesa do PSOL socialista, resgatar os espaços conquistados na consciência de nossa classe Ato em Frente à Embaixada dos EUA em Poa repudia ataques à Venezuela Em defesa do PSOL socialista, resgatar os espaços conquistados na consciência de nossa classe Ocupe presente no ato contra a privatização do Trensurb
Em defesa do PSOL socialista, resgatar os espaços conquistados na consciência de nossa classe

A crise estrutural do capitalismo é profunda e tende a se aprofundar ainda mais. A existência de uma extrema direita organizada em nível internacional, com influência em amplos setores de massas (inclusive no Brasil) demonstra que nossos desafios são maiores do que a capacidade orgânica da esquerda em apontar um caminho de superação desse sistema em estado avançado de putrefação. Por outro lado, a debilidade do movimento organizado da classe trabalhadora, por diversas causas, tais como a reestruturação produtiva, as novas tecnologias, a ampliação da informação e a manipulação dos fatos pelas big techs, coloca o conjunto da classe em uma situação bastante difícil para partir à ofensiva contra a superexploração da força de trabalho. Estamos em uma nova etapa da luta de classes. Muitos setores da vanguarda abandonaram os ensinamentos adquiridos ao longo dos últimos 150 anos de lutas e revoluções, derrotas e vitórias. Para quem segue acreditando na necessidade da revolução socialista, é fundamental lutar para que as novas vanguardas aprendam com os erros do passado e não abandonem os alicerces que garantiram vitórias anteriores, fundamentais para superarmos as etapas desafiadoras que temos pela frente. Nesse sentido, o papel do partido e de seu programa não pode ser tratado como um “barquinho para atravessar a turbulência”. Pelo contrário, acreditamos que, sem uma organização política coesa, que atue como vanguarda no seio da classe trabalhadora, estaremos repetindo os erros do passado. Por isso, o debate sobre o programa é tão importante. A questão do Estado burguês, por exemplo, já foi debatida inúmeras vezes, desde que a Socialdemocracia, no início do século XX, se dividiu entre os setores que acreditavam que bastava virar maioria eleitoral e conquistar o governo, e que “por dentro” fariam as transformações (reformas) necessárias para alcançar o socialismo; e, de outro lado, os setores revolucionários, que afirmavam ser necessário um processo revolucionário capaz de destruir as instituições do Estado burguês e impor outro modelo institucional, voltado às maiorias: um Estado socialista. Os setores revolucionários nunca negaram a importância dos processos eleitorais, mas tampouco os trataram como um fim em si mesmos. É necessário compreender a correlação de forças em cada momento, as mudanças de conjuntura e as tarefas indispensáveis para avançar a consciência coletiva de que somente a superação do capitalismo pode garantir um mundo mais justo e igualitário. A manutenção desse sistema de exploração levará, inevitavelmente, à catástrofe da civilização, com a extinção de milhões de espécies e de boa parte da humanidade. Por isso, reafirmamos que a estratégia permanente das forças revolucionárias consiste, de um lado, na mobilização popular e, de outro, na construção de uma direção política para o movimento da classe trabalhadora. O que passa, inevitavelmente, pela existência de um partido socialista com um programa que explore as táticas e os melhores caminhos para elevar a consciência das massas e formar uma vanguarda revolucionária. Nesse sentido, a leitura correta do momento atual é fundamental para avançarmos na superação do capitalismo. Isso exige enfrentar as dificuldades concretas, sem capitular diante dos caminhos fáceis que o regime democrático burguês nos apresenta. Mais recentemente, tivemos dois exemplos internacionais sobre os caminhos possíveis para a superação da crise desse sistema: O primeiro é o caso da Revolução Bolivariana na Venezuela, que se apoiou nas massas populares para enfrentar a oligarquia petroleira corrupta e o imperialismo. Em 25 anos, o processo radicalizou a democracia, com mais de 32 eleições, plebiscitos e referendos que determinaram mudanças profundas na distribuição de renda e na qualidade de vida do povo, apesar do bloqueio econômico dos EUA e das tentativas de golpe da extrema direita venezuelana; O segundo exemplo é a vitória de Zohran Mamdani para a Prefeitura de Nova York, uma pessoa imigrante muçulmana que se reivindica socialista, defensor da Palestina e que enfrenta cotidianamente as políticas neofascistas de Trump. São exemplos distintos, mas que apontam para o resgate das melhores tradições do socialismo, e que o PSOL precisa acompanhar e estudar para rever escolhas equivocadas, que vêm levando o partido a uma acomodação nos marcos institucionais do regime falido da democracia burguesa e de seu projeto neoliberal de ataques aos direitos da classe trabalhadora, como é o caso do arcabouço fiscal apresentado pelo governo Lula. Vivemos, no Brasil e em várias partes do mundo, uma etapa muito difícil para o conjunto da classe trabalhadora. A situação exige maior comprometimento com mudanças estruturais e uma postura verdadeiramente antissistêmica, mas não a de gestoras e gestores do regime das oligarquias corruptas e criminosas da Faria Lima e dos bolsonaristas de plantão. Aqui, o Partido dos Trabalhadores (PT) deixou de cumprir um papel progressivo no sentido de elevar a consciência da classe trabalhadora para a superação do capitalismo. O PT tornou-se um gestor de crises, abandonando a mobilização popular como eixo central da transformação social e se voltando exclusivamente aos processos eleitorais, sem um programa capaz de servir de instrumento político que dê coesão e sentido à luta dos amplos setores da classe. A extrema direita aposta na radicalização das relações sociais, e utiliza o medo para conquistar adeptos ao seu projeto, mesmo que esse projeto seja contrário aos interesses das massas populares e empobrecidas da sociedade. O seu objetivo central é fechar o regime, ganhando ou perdendo as eleições. Já os partidos da burguesia tradicional, sem exceção, são neoliberais e “oligarcas”, respondendo, em última instância, aos interesses do capital financeiro internacional. Todos apoiaram o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff, as contrarreformas da Previdência e a trabalhista, e surfaram no prestígio da Operação Lava Jato, que tinha como um de seus objetivos a prisão de Lula. O governo Bolsonaro foi o resultado desse processo, que segue em aberto, mesmo com as articulações de Lula na composição da chamada “Frente Amplíssima”. De um lado, o chamado “centrão”, com os partidos tradicionais da burguesia, aplica o neoliberalismo contra o povo, mesmo integrando o governo Lula. De outro, a extrema direita continua fustigando o regime e suas instituições, em aliança com os interesses do imperialismo norte-americano. Poderíamos dizer que o governo Lula está
Ocupe presente no ato contra a privatização do Trensurb

O Ocupe Juventude Socialista esteve presente nesta sexta feira, dia 24 de outubro de 2025 junto ao Sindimetrô RS na ação que denunciava a inação do Governo Federal frente à suas próprias promessas de campanha, ao manter o Tresurb, estatal de transporte metroviário da região metropolitana de Porto Alegre no PND, o Plano Nacional de Desestatização, mesmo observando-se explícitos exemplos do sucateamento que a privatização do transporte metroviário causou em estados como São Paulo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matheus Vicente (@matheusvicentepsol) compartilhe PrevAnteriorLançado em Porto Alegre, Plebiscito Popular quer taxar grandes fortunas e eliminar escala 6×1 Ocupe presente no ato contra a privatização do Trensurb Lançado em Porto Alegre, Plebiscito Popular quer taxar grandes fortunas e eliminar escala 6×1 Caravana Glauber Fica em Porto Alegre
Lançado em Porto Alegre, Plebiscito Popular quer taxar grandes fortunas e eliminar escala 6×1

Na última terça-feira (1º), o auditório da Casa dos Bancários, no SindBancários de Porto Alegre, sediou o lançamento oficial do Plebiscito Popular RS, parte de uma mobilização nacional organizada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, junto com CUT, CTB, Intersindical, partidos e movimentos sociais Principais pautas: Fim da escala 6×1 Redução da jornada de trabalho com salários mantidos Ampliação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil Taxação progressiva de grandes fortunas, lucros e dividendos Mobilização e discurso dos líderes O evento contou com participação de lideranças do Ocupe Juventude Socialista e Neiva Lazzarotto (Intersindical) que reforçou a necessidade de politizar a pauta e viu o movimento como reação ao “capitalismo vitorioso” Lucas Monteiro (coordenador no RS) enfatizou que a proposta busca construir um processo participativo em três fases — articulação, votação e entrega simbólica dos resultados em Brasília — com meta nacional de alcançar 15 milhões de votos em 60 dias .Votação: presencial e online O plebiscito ocorrerá até a Semana da Pátria (1‑7 de setembro), com urnas à disposição em: Sindicatos, praças, igrejas, terminais de transporte e outros espaços públicos Modo presencial e por votação online, via plataforma oficial Contexto político No Congresso, tramita a PEC da escala 6×1 (PSOL) e projetos de reforma tributária, mas sem avanços significativos reais. O plebiscito busca pressionar as lideranças desses poderes com a voz popular. Próximos passos A campanha segue com: Formação de comitês nas bases municipais e locais de trabalho Mutirões de votação presencial e organização de cursos de base Coleta de votos até o início de setembro, com entrega oficial a representantes dos Três Poderes em Brasília compartilhe
Caravana Glauber Fica em Porto Alegre

Na quinta-feira, 12 de junho de 2025, o deputado federal Glauber Braga (PSOL–RJ) desembarcou em Porto Alegre para mais uma etapa da “Caravana Nacional ‘Glauber Fica’”. O movimento, que já havia percorrido 18 capitais e busca apoio popular contra sua cassação, marcou presença com um ato no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, às 18h . O evento, com acesso gratuito e aberto ao público, foi organizado em resposta ao parecer aprovado pelo Conselho de Ética da Câmara, que recomenda a perda de mandato do deputado por suposta quebra de decoro parlamentar. Durante o ato, parlamentares locais reforçaram a narrativa de que a iniciativa é uma retaliação política. No discurso da deputada estadual Luciana Genro (PSOL–RS), “não está em jogo apenas o mandato do Glauber. Estamos falando do direito coletivo de ter parlamentares que falem a verdade, denunciem injustiças e não se curvem aos interesses dos poderosos”.Já a deputada federal Fernanda Melchionna qualificou o processo como “um julgamento político disfarçado de processo ético”.A mobilização, que se estende até 26 de junho, visa percorrer todas as capitais brasileiras antes da votação final no Plenário da Câmara, prevista para julho. Durante sua jornada, Braga também realizou uma greve de fome de nove dias, interrompida em meados de abril, que resultou na suspensão temporária do processo pelo presidente da Câmara, Hugo Motta Em Porto Alegre, Braga consolidou o discurso da caravana: a cassação visa punir quem denuncia o “orçamento secreto” e incomoda setores conservadores do Congresso. O deputado insiste que seu caso é emblemático de uma ofensiva mais ampla contra mandatos de esquerda. Com informações do Brasil de Fato RS compartilhe Caravana Glauber Fica em Porto Alegre Caravana Glauber Fica em Porto Alegre Caravana de Glauber Braga Realiza ato em Porto Alegre Glauber Braga denuncia retaliação política e percorre o país contra cassação articulada -Brasil de fato
Porto Alegre realiza ato em memória aos 77 anos da Nakba

Na tarde do último sábado, 31 de maio, Porto Alegre foi palco de uma manifestação em memória aos 77 anos da Nakba, termo árabe que significa “catástrofe” e que remete à expulsão forçada de mais de 700 mil palestinos de suas terras em 1948, durante a criação do Estado de Israel. Convocado pela Frente Palestina Gaúcha (FEPAL), o ato teve início em frente à Fundação Iberê Camargo, um dos pontos culturais mais emblemáticos da cidade. Com faixas, cartazes, bandeiras da Palestina e palavras de ordem, manifestantes se reuniram em solidariedade ao povo palestino, denunciando décadas de ocupação, apartheid e violações de direitos humanos por parte do Estado de Israel. A mobilização contou com a participação da Juventude Socialista Ocupe e das Mulheres do Fortalecer o PSOL, que em suas intervenções ao microfone reforçaram o caráter anticolonial, feminista e internacionalista da manifestação. As falas destacaram a importância de manter viva a memória da Nakba e de pressionar por justiça para o povo palestino, especialmente diante da escalada de violência e dos ataques à Faixa de Gaza nos últimos anos, que ocorre com a anuência do governo brasileiro que ainda mantém e permite a exportação de insumos para a indústria bélica israelense, reforçando a necessidade de fortalecer o movimento global de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel. Após a concentração inicial, o ato seguiu em caminhada até uma unidade da rede de supermercados Carrefour, empresa que apoia economicamente ocupações israelenses em território palestino sem qualquer pudor. Dentro do estabelecimento, realizou-se uma intervenção simbólica, denunciando o envolvimento de empresas multinacionais no financiamento e sustentação da ocupação e do apartheid israelense, com bonecos mimetizando e representando as crianças assassinadas pelo regime genocidade de Netanyahu. O ato do dia 31 de maio soma-se às inúmeras mobilizações internacionais que marcam o mês de memória da Nakba, evidenciando que a solidariedade ao povo palestino segue firme e crescente também no Brasil. compartilhe Porto Alegre realiza ato em memória aos 77 anos da Nakba Quando a Alienação Vira Opressão: O Sistema que Transforma Trabalhadores em Instrumentos de Exploração 1º de Maio contra a escala 6×1!
Quando a Alienação Vira Opressão: O Sistema que Transforma Trabalhadores em Instrumentos de Exploração

A tragédia da professora Silvaneide não foi um caso isolado, mas resultado de um sistema perverso que transforma a educação em linha de produção. E no modelo atual de educação que o governo do estado desenvolveu, estrutura hierarquias onde a pressão por resultados é repassada entre trabalhadores, corroendo a solidariedade de classe e transformando cargos em corresponsáveis por assédios e opressões. Marx nos ensina que a alienação faz o trabalhador reproduzir a opressão. Isso se manifesta quando mecanismos de gestão transformam colegas em fiscais de produtividade, criando uma cadeia de comando que vai do governo até a sala de aula. Não é sobre indivíduos, mas sobre funções sociais criadas para manter esse sistema de exploração. A luta deve ser em duas frentes: contra a estrutura exploradora E contra os mecanismos que fazem trabalhadores aplicarem pressão sobre seus pares. Não podemos naturalizar que cargos e funções sejam desenhados para romper a unidade da classe trabalhadora. A verdadeira solidariedade exige que denunciemos tanto a fonte da opressão quanto seus mecanismos de reprodução. Enquanto existirem estruturas que premiam a vigilância entre pares, haverá quem aceite esse papel. A solução está na organização coletiva e na recusa a todas as formas de cooptação. Temos que lutar contra o opressor e contra quem lhe empresta os braços! compartilhe Ligia Bacarin Quando a Alienação Vira Opressão: O Sistema que Transforma Trabalhadores em Instrumentos de Exploração 1º de Maio contra a escala 6×1! Ato do 1º de Maio apoia greve no Zaffari e pede o fim da escala 6×1 em Porto Alegre
Ocupe! marca presença no 60º CONUNE e reforça defesa por independência e luta da juventude

Entre os dias 16 e 20 de abril, ocorreu o 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (CONUNE), o maior e mais importante espaço de deliberação do movimento estudantil brasileiro. O evento reuniu milhares de estudantes de todo o país para debater e definir os rumos da UNE e as lutas da juventude nos próximos anos. Nesta edição, o Ocupe! Juventude Socialista marcou sua primeira participação no Congresso, levando sua voz e suas bandeiras ao lado da Oposição de Esquerda. Durante os debates e plenárias, o coletivo se posicionou de forma firme em defesa da independência da UNE frente a qualquer governo, e pela construção de uma entidade comprometida com os interesses reais dos estudantes e do povo trabalhador. Entre as pautas defendidas pelo Ocupe! estiveram o fim do arcabouço fiscal, o combate ao Orçamento Secreto e a necessidade de uma política econômica voltada às necessidades sociais, e não aos interesses do mercado. O coletivo também reforçou que a juventude precisa ser protagonista no enfrentamento à extrema direita e ao neofascismo, que avançam no vácuo das políticas de conciliação. Com essa participação, o Ocupe! reafirma seu compromisso com a organização da juventude nas ruas, com a defesa da educação pública e com a construção de uma alternativa política transformadora para o presente e o futuro do país. É tempo de ocupar, resistir e lutar por um novo horizonte! compartilhe Ocupe! marca presença no 60º CONUNE e reforça defesa por independência e luta da juventude Lançado em Porto Alegre, Plebiscito Popular quer taxar grandes fortunas e eliminar escala 6×1 Caravana Glauber Fica em Porto Alegre
1º de Maio contra a escala 6×1!

Fortalecer o Psol, Intersindical e Ocupe RS integraram na manhã do dia 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores o ato unificado contra a escala 6×1. A manifestação teve início às 8h30 da manhã, na Praça dos Açorianos, e percorreu as ruas da região central de Porto Alegre, concluindo diante da unidade do Zaffari da rua Lima e Silva. A paralisação convocada por trabalhadores das unidades da rede em Porto Alegre, reunidos na União dos Trabalhadores do Zaffari, teve o objetivo de reivindicar aumento salarial, implantação da escala 5×2, limitação da jornada a 40 horas semanais, fim das horas extras obrigatórias e dos desvios de função, além de melhorias nas condições de trabalho, como o fim do controle de idas ao banheiro e dos descontos nos pagamentos. Depois da concentração no Viaduto dos Açorianos, os manifestantes partiram em caminhada para as proximidades da unidade da rede de supermercados da Fernando Machado, onde uma comissão de grevistas e de entidades conversou com os trabalhadores que não aderiram à greve, explicando os motivos da paralisação. Posteriormente, partiram em caminhada para a unidade da Lima e Silva, onde mais uma vez a liderança dos movimentos conversou com os trabalhadores. A pauta do ato incluiu a redução da jornada para 30h, sem redução de salário; fim do arcabouço fiscal; revogação das reformas trabalhistas e previdenciária; luta com independência de classe; sem anistia para Bolsonaro, militares, os golpistas e os financiadores do 8 de janeiro; contra privatizações; solidariedade ao povo palestino e um chamado para o presidente Lula romper relações com Israel; e direito à moradia e reparação para os atingidos pelas enchentes. 1º de Maio contra a escala 6×1! Ato do 1º de Maio apoia greve no Zaffari e pede o fim da escala 6×1 em Porto Alegre Acampa Ocupe RS compartilhe

