Na última terça-feira (1º), o auditório da Casa dos Bancários, no SindBancários de Porto Alegre, sediou o lançamento oficial do Plebiscito Popular RS, parte de uma mobilização nacional organizada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, junto com CUT, CTB, Intersindical, partidos e movimentos sociais
Principais pautas:
Fim da escala 6×1
Redução da jornada de trabalho com salários mantidos
Ampliação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil
Taxação progressiva de grandes fortunas, lucros e dividendos
Mobilização e discurso dos líderes
O evento contou com participação de lideranças do Ocupe Juventude Socialista e Neiva Lazzarotto (Intersindical) que reforçou a necessidade de politizar a pauta e viu o movimento como reação ao “capitalismo vitorioso”
Lucas Monteiro (coordenador no RS) enfatizou que a proposta busca construir um processo participativo em três fases — articulação, votação e entrega simbólica dos resultados em Brasília — com meta nacional de alcançar 15 milhões de votos em 60 dias
.
Votação: presencial e online
O plebiscito ocorrerá até a Semana da Pátria (1‑7 de setembro), com urnas à disposição em:
Sindicatos, praças, igrejas, terminais de transporte e outros espaços públicos
Modo presencial e por votação online, via plataforma oficial
Contexto político
No Congresso, tramita a PEC da escala 6×1 (PSOL) e projetos de reforma tributária, mas sem avanços significativos reais. O plebiscito busca pressionar as lideranças desses poderes com a voz popular.
Próximos passos
A campanha segue com:
Formação de comitês nas bases municipais e locais de trabalho
Mutirões de votação presencial e organização de cursos de base
Coleta de votos até o início de setembro, com entrega oficial a representantes dos Três Poderes em Brasília









